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quarta-feira, 2 de maio de 2012
Jornal Geografia Aplicada Vol. 6 Nº 4 - Primeira Quinzena de Maio/2012
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Destaques da Edição:
A
paisagem, o Cenário e os Elementos Contidos de Forma Distribuída:
aleatoriamente ou ordenadamente
Por Paulo Rosa
Fransuelda Vieira de
Farias
Cleytiane
Santos da Silva
A paisagem é um
conceito que pode ser visto como síntese, pois designa o sentido como
significando o conjunto de elementos expostos num dado lugar ou região. Os
elementos estão postos e justapostos de forma espontânea, ou seja, natural,
ainda existem fatores não percebidos de forma elementar, mas cujos indícios e
vestígios demonstram sua participação no estabelecimento dos elementos da
paisagem concorrendo para sua aparente forma desorganizada
Sistema de
Esgotamento Sanitário e a Qualidade Ambiental Urbana
Por
Cleytiane Santos da Silva
À medida que as
cidades vão se desenvolvendo e com a concentração humana torna-se maior o seu
centro urbano, as soluções individuais para remoção e destino do esgoto
doméstico, como as fossas sépticas, devem dar lugar às soluções de caráter
coletivo denominado sistema de esgoto, que deverão receber o esgoto bruto
(afluente) e submetê-lo a um tratamento, e o mesmo depois de tratado
(efluente), passa ser disposto convenientemente, sem causar danos ao meio
ambiente.
O
Uso de Sacolas Plásticas
Por Edivan Ribeiro
de Moura
Maria
Odete T. do Nascimento
A
crescente importância dada a responsabilidade sócio-ambiental nos últimos anos
deve-se em grande parte a crescente conscientização do fato de que cada um dos
seres humanos compartilha mútuas responsabilidades pelo presente e pelo
futuro, devendo por tanto usufruir de forma responsável dos recursos naturais,
que são bens de uso comum a disposição de todos hoje e legar as próximas gerações
um meio ambiente ecologicamente equilibrado, essencial a sadia qualidade de
vida.
Relatório de Viagem: Piancó - Retirada de
Areia no Rio Piancó e Visita Elementar a Área de Pesquisa de Antonio(orientando)
Por
Paulo Rosa
Saímos
de João Pessoa ás 5:30 de sábado (21/04/2012), chegamos a Piancó as 11:00
horas, almoçamos e ao meio dia fomos para o rio verificar a retirada de areia[...]
Álbum: flora do cariri
paraibano no município de Camalaú - Projeto Coleção do Acervo Paulo Rosa
terça-feira, 24 de abril de 2012
Jornal Geografia Aplicada - Abril 2012
Destaques da Edição:
Paleo-paisagem: uma observação virtual da possível
antiga baía do estuário do Rio Paraíba
Por
Paulo Rosa
Notamos que o recorte do litoral era acentuado, o que pudemos
então definir como um recorte referente a uma baía e, a sedimentação forte
formando as praias entre o Cabo Branco e a foz do rio Miriri, ocupando
praticamente um terço do litoral paraibano, ou seja, 31km; enquanto o litoral
Norte significa 42km e o Sul, aproximadamente 47km (medição em linha reta).
A Igreja Católica e a Regionalização no Cariri
Paraibano
Por
Paulo Rosa
No roteiro in loco não nos damos conta da importância das Igrejas
Católicas num processo de regionalização do lugar, pois cada edificação
eclesiástica dentro do contexto da cidade ou de um dado lugar, na atualidade
não tem os efeitos que tinham anteriormente.
A Saga dos Irmãos Villas Bôas: o XINGU
Por Paulo Rosa
Não
há como não se remeter para as grandes aventuras e aventureiros quando se
pensa em Geografia. Afinal o que é a Geografia? É uma opção meramente
profissional! Ou um modo de vida que nos remete ao nomadismo! Nesse caso os
alemães conseguiram perceber que esse modo de vida havia algo de muito
romântico, daí surge o romantismo.
As Estruturas Geográficas: a descrição da paisagem
Por Francicléa Avelino Ribeiro
As
estruturas geográficas são organizadas por um sistema. A observação das
relações entre o sitio e a posição dos elementos que ocupam o espaço geográfico
leva ao conhecimento das estruturas e dos sistemas que o regem, por exemplo, no
litoral um cúspide seria a estrutura que é formada devido aos elementos que se
interagem, ou seja, o sistema, neste caso seria a ação das ondas, marés,
correntes, entre outros.
Gato do Mato Pequeno (Leopardo Tigrinus)
Por Antônio Marcos
Dependendo
da região ele recebe vários nomes, tais como: gato-do-mato pequeno,
gato-macambira, pintadinho, maracajá-i, gato maracajá etc. Sua distribuição
geográfica vai desde a Costa Rica até a Argentina, ou seja, em praticamente
todo território sul americano.
Modelo Numérico de Terreno (MNT)
Por Jéssica Martins dos Santos
Modelo
numérico de terreno (MNT) é uma r e p r e s e n t a ç ã o m a t e m á t i c a
computacional que tem por objetivo mostrar fenômenos espaciais dos quais tornam
possiveís analisar de uma forma mais segura à feição do relevo.
Biodiesel a partir de Microalgas
Por Hércules Dutra Santos Filho
Aquele
lodo verde e viscoso que geralmente é um incômodo para muitas pessoas que têm
piscinas em casa, será provavelmente o combustível do futuro.
Álbum Igrejas e Conventos em Portugal do Acervo
Pessoal de Liése Carneiro
Mosteiro dos Jerônimos em Lisboa - Portugal
quarta-feira, 7 de março de 2012
Jornal Geografia Aplicada - Março 2012
Destaques da Edição:
Geoprocessamento
como Instrumento para o Planejamento:
rede elétrica de alta tensão da Cidade
Universitária da UFPB Campus I
Por Paulo Rosa, Fransuelda Vieira e
Pablo Rosa
A Cidade Universitária do Campus I da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) ocupa um terreno contínuo de 140 ha e conta atualmente com 404 edificações, que dá suporte ao ensino, pesquisa e extensão, contanto assim com aproximadamente 15.000 estudantes e com os demais usuários da Cidade Universitária chega a aproximadamente a 25.000 pessoas, suporta ainda diariamente 12000 veículos/ dia. Esta “cidade” abriga vários prédios de salas de aulas, edificações com laboratórios, hospital universitário, bancos, ambientes para professor e toda uma rede de iluminação pública tanto nos diversos jardins como em seus arruamentos.
O Pluviômetro e o Termo-Higrometro como Instrumentos
Auxiliares para a
Agricultura
Por
Paulo Rosa e Cleytiane Santos da Silva
O Cariri paraibano é marcado como uma
região geográfica de poucas chuvas, ou seja, um lugar que o volume de precipitação
normalmente ocorre em sua maior parte em épocas concentradas ao final e início
do ano. Nesse sentido estamos indo observar o comportamento do processo
erosivo nessa região.
Vulnerabilidades
e Desastres Ambientais: praia do Poço em Cabedelo-PB
Por Paulo Rosa
A Geomorfologia Costeira busca compreender
e interpretar a modelagem que se faz presente no litoral é fundamental que se
conheça os agentes que degradam e acumulam no relevo de planaltos e planícies.
Nesse sentido é importante observar que o litoral paraibano é constituído de
Planalto e Planícies. Os Planaltos costeiros no caso paraibano são constituídos
de material sedimentar em consolidação, logo ainda é uma estrutura
relativamente frágil no sentido de força e resistência do material em relação
aos agentes intempéricos, por isso ainda perdem muito material por conta da
ação desses agentes.
Álbum das Ruinas (Igrejas e
Fortes) no Estado da
Paraíba do Acervo Pessoal de
Emile Pronk
Igreja Nossa Senhora da Guia,
Lucena - PB (01-01-1990)
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Jornal Geografia Aplicada - Janeiro 2012
Destaques da edição:
Frente das Igrejas: Portugal
Por Paulo Rosa
O registro fotográfico é algo maior do que a percepção estética do belo, pois ao registrarmos um evento o fazemos de tal forma que acabamos por capturar a personalidade daquilo que é desenhado pela luz e assim fica registrado.Nem sempre olhamos os eventos, mas, na realidade são os eventos que nos chamam a atenção, é como eles nos quisessem que nos mostrar algo. Algo que está oculto para os outros que os olham, mas não vêem.
Barragens que se Romperam no Estado da Paraíba em 2011
Por Diego Nunes Valadares
A alta pluviosidade concentrada em determinados locais e períodos de tempo, o relevo característico e obras de barramento de água sem manutenção e em desconformidade com aspectos técnicos, são os fatores decisivos para um evento de desastre no nordeste da Paraíba durante o ano de 2011.
O Espaço Geográfico da Cidade Universitária Campus I na UFPB
Por Cleytiane Santos da Silva
O Campus Universitário compreende o Campus I da UFPB e o NUPPA, para ordenação do uso e ocupação do solo, o território do Campusfica dividido em: Macrozona dCidade Universitária e Macrozona de Expansão da Paisagem Natural. Ele está inserido em um sistema florestal de Mata Atlântica e áreas urbanizadas, e em sua infra-estrutura possui: rede de água, rede elétrica, rede de esgoto, rede de drenagem e tecnologias da informação e comunicação
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Jornal Geografia Aplicada - Outubro 2011
Destaques da edição:
Leitura Ambiental e Formação de Pessoal: uso de banco de dados ACCESS e planilha EXCELL
Por Paulo Rosa
A Cidade Universitária chega a receber mais de 12.000 veículos por dia, incluindo as motocicletas. Esses veículos tem trazido um certo descontentamento tanto para os usuário do veículo como também para os usuários do Campus, pois aqueles fazem menção a certas situações e outros mencionam como aqueles condutos de veículos não respeitam certas situações como por exemplo o tráfego em calçadas para pedestres.
O Uso de SIG na Análise do Sistema de Transporte Público
em João Pessoa – PB
Por José Vicente Damante Ângelo e Silva;
Valdir Mendes Soares de Oliveira e Daniel Elias Negrão Duarte
O aumento da população urbana registrado pelo país na última década implica na necessidade de investimentos em mobilidade urbana. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2000, 81% dos brasileiros vivia em cidades, hoje esse percentual representa 84% da população.
Álbum de Excursão GEMA - Cariri: Camalaú e São João do Cariri
Excursão do GEMA. Diversas imagens da paisagem do Cariri paraibano. Viagem de jipe e contemplação da paisagem.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Jornal Geografia Aplicada (primeira quinzena de agosto)
Destaques da edição atual:
Questionamentos sobre a Profissão Geógrafo
A profissão em nível superior deve contemplar três níveis bem distintos: propedêutico; instrumental e operacional. Isso para buscar não apenas a competência e habilitações, mas fundamentalmente o exercício com habilidades bem determinadas para uma atuação mais eficiente e eficaz na sociedade e no mercado.
A lei do geógrafo, 6664/79 regulamenta a profissão. E no artigo 3º estabelece as competências e insinua as habilitações,, porém as habilidades não estão expressas em leis, elas são o resultado das habilitações que hoje estão muito bem estabelecidas pela Resolução CONFEA/CREA nº 1010/2005.
A lei do geógrafo, 6664/79 regulamenta a profissão. E no artigo 3º estabelece as competências e insinua as habilitações,, porém as habilidades não estão expressas em leis, elas são o resultado das habilitações que hoje estão muito bem estabelecidas pela Resolução CONFEA/CREA nº 1010/2005.
Geografia de Rondônia – Um Breve Olhar sobre o Desenvolvimento Econômico e Social do Estado em Uma Perspectiva Geo-Histórica
O Brasil está na vitrine das potências regionais emergentes, principalmente após essa “pororoca” de PAC’s. Em Rondônia duas grandes obras movimentam a economia e o imaginário local; as construções das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no município de Porto Velho. Elas conjecturam o sonho de progresso, desenvolvimento econômico e esperança para um Estado pouco lembrado e fortemente marcado pelas atividades agropecuárias.
Efeitos e Sons da Tecnologia
Por Fransuelda Vieira
Quem não tem Orkut, Facebook ou twitter? As facilidades na era digital tem levado muita gente a se comunicar no ciberespaço, o que mais chama atenção são os sons e os efeitos da tecnologia, não se pode fugir dos efeitos sonoros criados pela tecnologia.
Modelagem do relevo: falésias em João Pessoa
Por Paulo Rosa
A falésia é uma encosta íngreme, também vista como um penhasco, pois normalmente ultrapassa o ângulo de 50º, essa situação foi inicialmente determinada pela ação marinha, possivelmente a milhares de anos, pois quando houve a transgressão marinha ocasionada pela elevação do nível do mar após os grandes degelos.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Jornal Geografia Aplicada (primeira quinzena de julho)
Alguns destaques da atual edição:
O Uso da Técnica para se Fazer a Leitura da Paisagem
Por Maria Odete
Fazer uma leitura da paisagem não é tarefa fácil, pois requer uma boa observação e sistematização. No entanto, ler a paisagem a partir da estética é algo muito simples, pois se realiza apenas uma contemplação do belo.
Tive oportunidade de participar com algumas estudantes do curso de Geografia da UFPB que desenvolvem alguns trabalhos no LABEMA/GEMA sob a coordenação do professor Paulo Rosa, de uma atividade de campo realizando leituras e medições para a realização de um desenho cartográfico de alguns pontos da praia do Cabo Branco na cidade de João Pessoa.
Tive oportunidade de participar com algumas estudantes do curso de Geografia da UFPB que desenvolvem alguns trabalhos no LABEMA/GEMA sob a coordenação do professor Paulo Rosa, de uma atividade de campo realizando leituras e medições para a realização de um desenho cartográfico de alguns pontos da praia do Cabo Branco na cidade de João Pessoa.
Conversar em Ambiente Virtual
Por Cristiane Melo
Em alguns momentos nos deparamos com questionamentos que vem do reflexo de uma participação quase “tímida” de certos alunos. As dificuldades encontradas por eles no ambiente de aula virtual fazem que os mesmos se achem incapazes ou não queiram escrever algumas linhas. Essas indagações foi tema proveitoso de um diálogo onde procuramos visualizar está situação, pois o que chama atenção é: falar é diferente de comunicar-se?
Animais no Campus I da UFPB - Sagüi (Callithrix jacchus)
Por Antonio Marcos
O campus I da UFPB tem o privilégio de guardar em suas reservas de mata atlântica uma das espécies de animais nativos no nordeste brasileiro: o sagüi (Callithrix jacchus).
Atrai vários estudantes quando estão próximos ou por cima do arame farpado, na qual delimita a área de mata onde habitam.
Relatório de Análise do IPO sobre o Tráfego de Veículos no Campus I da UFPB
Por Hawick Arnoud
Esta pesquisa teve o objetivo de dimensionar as questões relacionadas ao tráfego de veículos e à organização espacial do campus. Com o intuito de reunir a turma para a elaboração de perguntas destinadas aos usuários da UFPB (Universidade Federal da Paraíba) que tenham ou não veículos automotores. Tivemos em vista obter informações tanto de condutores como de transeuntes que entram e saem da universidade todos os dias.
O Instrumento de Pesquisa de Opinião (IPO) surgiu através da idéia do Professor Paulo Rosa, daí foi sendo ministrado e planejado o nascimento desta pesquisa.
O Instrumento de Pesquisa de Opinião (IPO) surgiu através da idéia do Professor Paulo Rosa, daí foi sendo ministrado e planejado o nascimento desta pesquisa.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Edições anteriores do JORNAL GEOGRAFIA APLICADA em formato digital
Estamos atualizando as edições anteriores para que estejam disponíveis em dois formatos; o nosso conhecido PDF e o digital para que os nossos leitores decidam visualiza na opção que achar conveniente.
A seguir, as edições de 2010 até a mais recente:
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Jornal Geografia Aplicada (segunda quinzena de junho)
A edição da segunda quinzena de junho está pronta. Ocorreram algumas mudanças no layout porque estamos em fase de mudança do nosso softwere de editoração. Na próxima edição, haverá mudanças significativas e outras formas de visualizar o jornal, como também o nosso SITE reformulado.
Versão Digital do Jornal Geografia Aplicada
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Jornal Geografia Aplicada (primeira quinzena de junho)
O Jornal Geografia Aplicada da primeira quinzena de junho (2011) traz artigos importantes na temática proposta pelo mesmo.
Destaque para o artigo do Prof. Paulo Rosa (UFPB) "A Síntese Geográfica e o Trabalho Descritivo: uma questão de atitude e afinidade técnica" e "A Evolução do Geomarketing", um tema atual e multidisciplinar.
Outros artigos que merecem destaque na atual edição é o da Geógrafa Fransuelda Vieira sobre o dia 05 de junho - Dia do Meio Ambiente, onde a autora faz uma crítica ao comportamento e atitude do homem em relação à natureza; um ensaio sobre a formação pessoal em Biogeografia; o desenvolvimento urbano, trânsito e transportes na cidade de João Pessoa, capital do Estado da Paraíba e para finalizar, flagrante de Tamanduá dentro do campus I da Universidade Federal da Paraíba.
Confira agora esses artigos, leia ou faça o download do Jornal Geografia Aplicada.
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sexta-feira, 20 de maio de 2011
Jornal Geografia Aplicada (segunda quinzena de maio)
Leia agora a edição do Jornal Geografia Aplicada (segunda quinzena de maio)
clique aqui para visualizar/baixar o jornal
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Jornal Geografia Aplicada - Edição de Maio
Nesta edição do Jornal Geografia Aplicada trazemos artigos sobre diversos temas, entre eles: a quebra de paradigmas de autores no texto Objeto, Método e Técnicas em Geografia; detalhes técnicos sobre a rede de água que abastece o campus I da UFPB, sobre líquidos residuais em Bayeux e o uso do nível topográgico para leitura de perfil praial; além de uma breve explicação sobre formação de nevoeiros e muito mais.
Confira agora, baixe a edição eletrônica em formato PDF.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Jornal Geografia Aplicada
Já está disponível a nova edição do Jornal Geografia Aplicada.
Na segunda edição trazemos um artigo especial sobre a cidade de Nova Floresta, no Estado da Paraíba. Detalhe para a configuração geomorfológica do lugar, onde existiu atividades vulcânicas no período antecedente ao cenozóico.
Há outras matérias sobre diversos temas como a crescente verticalização da capital paraibana; as mais técnicas como acontece a distribuição da rede elétrica no campus I da UFPB; observação da paisagem pré e pós precipitação pluvial dentre outros.
Confira agora, baixe a edição eletrônica em formato PDF.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Jornal Geografia Aplicada
O Boletim de Geografia Aplicada a partir de agora foi
transformado no Jornal Geografia Aplicada. Com a mudança ocorreram alterações no layout e
uma maior ênfase nas crônicas, deixando a leitura mais leve sem
perder a seriedade do assunto abordado.
O Jornal Geografia aplicada terá uma edição quinzenal e
contara com a participação dos integrantes do GEMA (Grupo de Estudos de
Metodologia e Aplicação), estudantes da UFPB e diversos colaboradores. Na primeira edição trazemos artigos dos estudantes do curso
de férias Abordagem Cultural e Teórico-Científica sobre o Conceito de Paisagem,
oferecido pela UFPB (Universidade Federal da Paraíba) e ministrado pelo
professor Paulo Rosa. Durante todo o curso, cada estudante observou uma
paisagem que chamava a sua atenção, no final, foi feito um relatório/crônica.
Confira aqui o resultado das observações da paisagem. Há uma
diversidade de temas que vai do técnico, passando pelo urbano, rural etc.
clique aqui para visualizar o jornal
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